A micose na unha é um problema muito comum. E, exatamente pode este motivo, é preciso que a manicure tenha muita atenção na hora de fazer as unhas dos clientes.

Qualquer descuido pode ser fatal, transmitindo a infecção por fungos de cliente para cliente e também, claro, para a própria manicure.

Por isso, neste post, veja 5 regras para manter esta ameaça bem longe!

Como a manicure pode evitar a transmissão de micose na unha?

micose na unha

Para começar, toda manicure deve saber de cor e salteado todas as regras de bio-segurança. Desta forma, fica muito mais fácil trabalhar no dia a dia para evitar a contaminação de clientes e, inclusive, da profissional.

Para conseguir manter seu ambiente de trabalho livre deste mal, basta seguir alguns princípios básicos.

1. Realizar a esterilização correta dos instrumentos reutilizáveis

Alicate, palitos de inox, espátulas de metal, cortador de unha, enfim, são todos instrumentos que devem ser esterilizados após cada uso.

A esterilização elimina fungos, bactérias e vírus, protegendo a manicure e suas clientes de micoses, hepatite e até AIDS.

Cada município, assim como cada estado pode ter uma legislação específica da Vigilância Sanitária para definir quais equipamentos usar na esterilização. Mas, em geral, a maioria dos estados aceita autoclave ou estufa.

Saiba mais sobre estes equipamentos:

2. Usar equipamentos descartáveis

Alguns equipamentos que entram em contato direto com a cliente e que não podem ser esterilizados devem ser descartados imediatamente após o uso.

Quais materiais são estes? Entre os materiais descartáveis estão o palito, a lixa, a luva plástica e a botinha descartável.

Lembrando que a botinha pode ser substituída pelo protetor de bacia, caso você ainda utiliza este método de trabalho.

3. Fazer a higienização correta dos equipamentos

Além disso, a manicure deve realizar a higienização de outros materiais de uso recorrente. As toalhas de algodão, se houverem, devem ser usadas uma vez por cliente. Devem ser higienizadas com água e sabão após o uso.

Se possível, cada cliente deve ter sua própria toalha.

Outra alternativa é usar papel toalha, pois ele é descartado após o uso.

Além disso, o chão do salão deve ser limpo diariamente.

A mesa e cadeira de trabalho da manicure deve ser limpa com álcool 70 após cada atendimento. Uma boa forma de agilizar as coisas é revestir a mesa com papel filme, e após o atendimento, apenas trocar o plástico de proteção, descartando o que foi usado.

4. Usar equipamentos de bio-segurança pessoal

Não é apenas a cliente que deve se proteger, mas a manicure deve evitar se contaminar em seu dia a dia.

Os equipamentos de bio-segurança da manicure são: luvas, touca, máscara, óculos de proteção (caso a profissional não use óculos de grau), avental ou jaleco, sapato fechado.

Pode parecer muita coisa, mas, você sabe como a micose de unha se prolifera no salão?

Na hora do lixamento da unha com micose são produzidos resíduos. Aquele pó que sai da unha contaminada, assim como as lascas da unha cortada, são agentes de transmissão dos fungos.

Quando entram em contato com os pés da manicure, seu couro cabeludo ou até mesmo com a pele, podem transmitir a micose.

Por isso, todo cuidado é pouco.

5. Manter um cuidado especial com clientes infectadas

Se a cliente tem micose da unha, ela deve levar seu próprio esmalte, pois o fungo pode se alojar no produto e passar para outras clientes que o utilizem também.

Aliás, quem faz tratamento para micose de unha não deve pintar as unhas com frequência, deve evitar fazer alongamentos de unha e cuidar para não transmitir a micose para outras unhas.

O ideal é consultar um dermatologista ou uma podóloga para realizar um tratamento eficaz.

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